O uso de tecnologias digitais avançadas está acelerando as reformas e assegurando a conformidade com os padrões da FIFA nos estádios Azteca, BBVA e Akron.

Faltando menos de um ano para o México voltar a sediar uma Copa do Mundo da FIFA, os três estádios que receberão partidas do torneio — Estádio Azteca (Cidade do México), Estádio BBVA (Monterrey) e Estádio Akron (Guadalajara) — passam por modernizações intensivas com o apoio de soluções digitais fornecidas pela Trimble.
Com tecnologias que integram todas as etapas do projeto em ambientes colaborativos, os estádios adotaram metodologias inovadoras como o BIM (Modelagem da Informação da Construção), garantindo precisão, sustentabilidade e eficiência na execução das obras.
Segundo Carlos Costa, Diretor Técnico e de Vendas da Trimble Brasil, as soluções permitem antecipar erros, reduzir desperdícios, garantir rastreamento em tempo real e manter controle total de qualidade, sempre alinhados aos padrões rigorosos da FIFA.
“A transformação digital na construção deixou de ser tendência e passou a ser necessidade. Em obras como as dos estádios da Copa do Mundo, as soluções da Trimble são essenciais para assegurar eficiência e precisão, do projeto à entrega”, afirma Costa.
A empresa já havia comprovado esse desempenho na Copa do Mundo FIFA 2014, no Brasil, onde nove estádios — incluindo a Arena da Amazônia e a Arena da Baixada — foram modelados com o Tekla Structures.
Nesses projetos, a funcionalidade multiusuário gerou um aumento de 30% em eficiência, enquanto a API Aberta e a customização de relatórios e templates resultaram em 20% mais produtividade.
Esses recursos possibilitam economia de tempo, rápida adaptação dos modelos a alterações, além da integração de equipes e processos — fatores decisivos para cumprir prazos apertados e enfrentar desafios estruturais como vãos livres de até 200 metros e o uso de milhares de toneladas de aço, mantendo qualidade, conforto e segurança.
A experiência brasileira tornou-se um marco para a Trimble, servindo de referência para os projetos no México. As lições aprendidas na integração de equipes, otimização de prazos e adaptação a exigências internacionais agora se refletem nas modernizações de 2026, assegurando que os estádios mexicanos alcancem o mesmo nível de excelência.
“A digitalização conecta todos os envolvidos em uma única fonte de informação, reduzindo erros e retrabalhos, além de ampliar a rentabilidade e a sustentabilidade dos projetos”, finaliza Costa.